Os três principais candidatos ao Governo do Paraná, Beto Richa (PSDB), Roberto Requião (PMDB) e Gleisi Hoffmann (PT) já alinhavaram a forma como vão fazer suas campanhas para seduzir o eleitor. O jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, analisou os nomes das coligações e os projetos de governo de cada candidato e dá dicas de como deve ser o discurso de cada um. Beto se apresenta como o candidato da união; Gleisi vai se apresentar como o novo; e Requião como gestão eficiente. A análise teve a participação de um cientista político.
A informação de que o presidente da Câmara Municipal de Paranavaí, vereador Mohamad Smaili (SDD), foi convidado para coordenar a campanha de reeleição do governador Beto Richa (PSDB) foi comemorada por lideranças do PT de Gleisi Hoffmann e do PMDB de Roberto Requião. Acreditam tais lideranças que sob a coordenação de Smaili a campanha do tucano não vai decolar em Paranavaí.
Está pegando mal – muito mal – ao vereador Roberto Picorelli (PSL), o Pó Royal, candidato a deputado estadual, os acordos (as dobradinhas) que vem fazendo com candidatos à Câmara Federal. Pó Royal já manifestou apoio ao deputado André Zacharow (PMDB), evangélico como ele, ao ex-prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB), ao então pré-candidato Edenilso Rossi (PSD), Luciano Meyer (do mesmo PSB de Ducci) e mais recentemente com Ricardo Barros (PP).
Para piorar a situação, declarou a Justiça Eleitoral que não possui bens, mas, em contrapartida, estipulou que pode gastar até R$ 800 mil.
A situação levou a uma conclusão óbvia: as dobradas visam arrecadar dinheiro para a campanha. Mas, para quem Pó Royal pedirá votos a deputado federal?
Nas últimas semanas um dos assuntos debatidos em Paranavaí tem sido a acessibilidade. O assunto ganhou destaque depois que o Ministério Público cobrou da Prefeitura Municipal fiscalização para que identificasse e notificasse os prédios em desacordo com as normas de acessibilidade. Até um fórum sobre o assunto foi realizado na Associação Comercial.
Alguns proprietários até chegaram a fazer mudanças em seus imóveis, mas alguns fora da regulamentação. Outros reclamam de dificuldades para fazer as adaptações necessárias.
Sobre o assunto, Vital Kuriki, proeminente arquiteto e urbanista, que já assinou obras importantes, entre elas, a implantação do projeto Passeios e Travessias, que modernizou o centro de em Paranavaí, em 1990 e, um dos responsáveis pela revitalização do centro histórico de São Paulo, escreveu, a pedido deste blog, um artigo sobre o assunto. Ele lembra que para tratar do tema é preciso bom senso e inteligência.
Veja abaixo o artigo.
Acessibilidade: é preciso bom senso e inteligência
Acessibilidade é um tema de extrema importância, mas que só há pouco tempo começou a ganhar algum destaque.
Diante da dificuldade em se estabelecer critérios e parâmetros, estabeleceu-se a obrigatoriedade de práticas e soluções de acessibilidade, através da NBR 9050, regulamentada mais ou menos em 1997; a partir de então, todos os órgãos aprovadores e licenciadores de construção civil passaram a incluir exigências concernentes a obras de acessibilidade na execução de construções novas ou reformas.
Do ponto-de-vista funcional, a lei parece ser bastante razoável, factível e benéfica, não só às pessoas portadoras de necessidades especiais, como à população em geral e, especialmente a crianças e idosos, já que as intervenções, quando realizadas, contribuem sobremaneira na facilitação da mobilidade de todos os usuários dos espaços públicos.
Aparentemente, a lei passou a ser vista como mais um empecilho aos intentos de obtenção de alvarás de construção e licença de funcionamento das edificações em geral, desvirtuando sua finalidade.
Diante disso, aquilo que deveria se constituir em práticas rotineiras benéficas e necessárias para corrigir um erro e uma omissão, transformou-se, inadvertidamente, em obrigação torturante, resultante da aplicação generalizada das leis, muitas vezes com rigor excessivo e pouca tolerância, sobretudo nos casos de reforma, adaptação e ajuste a situações consolidadas. Continuar lendo
Foi necessária a campanha eleitoral para que o senador Álvaro Dias (PSDB), candidato a reeleição, voltasse ao Paraná. Embora seja uma das principais vozes da oposição no Senado, Álvaro se envolveu de tal forma nas questões federais com especialização em altas críticas, que pouco vinha ao Estado. Agora volta a percorrer o Paraná.
Na primeira semana de campanha, chamou a atenção à presença quase que constante do deputado federal Zeca Dirceu junto com a senadora Gleisi Hoffmann. Os petistas estiveram em várias regiões do Paraná nos últimos dias.
Pelo que se lê nas redes sociais um dos grandes temas da campanha eleitoral deste ano no Paraná terá a Copel como epicentro. De um lado a oposição questionando número e salário de diretores e, principalmente, as tarifas cobradas pela empresa, em especial o tarifaço que está no prelo. Do outro, o Governo tentando mostrar a eficiência da empresa e que os valores cobrados são justos.
Candidatos locais estimam gastar juntos até R$ 17,3 milhões
Do Blog do Praxedes
Confirmadas as cinco candidaturas locais a deputado estadual e uma a federal o limite de gastos declarados à justiça somados chega a R$ 17,3 milhões. Frise-se que esta é apenas uma estimativa e em alguns casos é o próprio partido que fixa um limite único a seus candidatos. Mesmo assim saiba quanto cada postulante local a uma vaga na Assembleia Legislativa ou na Câmara pode gastar na campanha deste ano:
Estadual
Irmão Barini (PSC) – R$ 4 milhões
Pó Royal (PSL) – R$ 800 mil
Tião Medeiros (PTB) – R$ 2,5 milhões
Zé Augusto (PSD) – R$ 3 milhões
Zé Edegar Pereira (PDT) – R$ 3 milhões
Federal
Teruo Kato – R$ 4 milhões
NOTA DO BLOG – O candidato a deputado estadual Ivan Bernardo (PSTU) declarou à Justiça Eleitoral que seus gastos de campanha não ultrapassará a R$ 10 mil.
Durante sua estada em Paranavaí, na semana passada, o secretário de Estado da Saúde, Michele Caputo Neto, tranqüilizou o prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB) sobra as diferenças políticas. Rogério disse ao secretário quem, embora tenha respeito e gratidão ao governador Beto Richa (PSDB) pelo apoio que ele deu a Paranavaí, apoiará o senador Roberto Requião ao Governo do Estado por este ser do seu partido. Caputo disse que o Governo entende sua situação e não deve haver nenhum constrangimento nas relações entre o prefeito e o governador.
Lideranças de Paranavaí lançaram o Comitê 9840 (em alusão ao número da Lei que trata de casos de corrupção eleitoral) objetivando conscientizar a população sobre a importância do voto e combater os casos de compra dos mesmos. Para atingir seu objetivo, o Comitê vai organizar a mobilização junto a instituições de ensino e buscar o apoio da imprensa. A coordenação do comitê contra a corrupção eleitoral está a cargo do presidente da OAB local, Anderson Donizete dos Santos.
O auxílio moradia para juízes e desembargadores ganhou destaque nos últimos dias na imprensa do Paraná. O foco é que com este benefício (15% do salário) muitos ultrapassariam o teto constitucional. Porém, como trata-se da chamada verba indenizatória ele não é incorporado ao salário, nem levado em conta na cobrança do Imposto de Renda não sendo, portanto, contabilizado para efeito de teto e a brecha foi aberta.
O Ministério Público que, em princípio, deveria se levantar contra a manobra, também entrou na festa e obteve o mesmo benefício. O que mais ficou engasgado na população é que todos os membros do Judiciário e do Ministério Público estadual terão direito ao benefício, ainda que possuam residência própria onde estiverem atuando.
Não bastasse a presepada estadual, eis que o presidente da mais alta Corte do país, o ministro Joaquim Barbosa, do STF, prorrogou sua aposentadoria para tentar, até o mês que vem, convencer seu sucessor, o ministro Ricardo Lewandowski a manter 46 funcionários de seu gabinete em cargo de confiança e funções gratificadas, mesmo após sua aposentadoria. É o fisiologismo correndo solto no STF.
A Câmara Municipal de Paranavaí aprovou, na sessão de segunda-feira, em primeira votação, projeto que dispõe sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para a elaboração da Lei Orçamentária para o exercício de 2015. A proposição recebeu emenda dos vereadores no valor de R$ 510 mil, recursos estes que serão remanejados da Câmara Municipal de Paranavaí (R$ 300 mil), Secretaria de Comunicação Social (R$ 200 mil) e do gabinete do prefeito (R$ 10 mil), e utilizados para elaboração de projeto para construção de novo asilo; aquisição de imóvel pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico; projeto para construção de hospital municipal; e ainda, execução de serviços de cascalhamento das estradas rurais. (As. Imp. CMP)










