Veja algumas notas publicadas na coluna Sinopse Geral da edição de hoje do Diário do Nororeste e atente para o questionamento feito pelo jornalista Saul Bogoni ao final.
OS POLÍTICOS paranavaienses foram os maiores frequentadores do gabinete da Presidência da Assembléia Legislativa do Estado nesta semana. Valdir Rossoni recebeu em separado o deputado estadual Teruo Kato, o ex-prefeito Maurício Yamakawa e sua esposa Toshie e o ex-prefeito Rubens Felippe e o presidente do PSB, Fernando Carvalho. Todos foram discutir opções para candidatos apoiados pelo PSDB e Governo do Estado em Paranavaí.
AS OPÇÕES analisadas com Rossoni, devidamente autorizado pelo governador Beto Richa: (1) Toshie candidata a prefeita pelo PP ou vice no PT ou PSDB; (2) Flávio Antunes ou Walmor Trentini (PSDB) vice de Lorenzetti (PMDB); (3) Rubens (PSDB) candidato próprio com Carvalho (PSB) vice. Prevaleceu a terceira hipótese. O Governo considera que usar o horário eleitoral será importante para a divulgação das realizações no Governo na região Noroeste do Paraná, onde Beto Richa não teve o melhor desempenho nas eleições em 2010. Melhor ainda se conseguir eleger o prefeito de seu partido. Daí a opção por candidatura própria, com um nome do PSDB na cabeça de chapa.
AS LIDERANÇAS tucanas locais voltaram de Curitiba com o nome de Rubens Felippe consolidado. Mas um palaciano andou fazendo uma ressalva: ele deverá conseguir o apoio dos partidos aliados ao Governo do Estado para se viabilizar como candidato. Por isso, as portas não foram fechadas ainda para Toshie, nem para o Maurício Yamakawa, que tem outro trunfo: na semana passada esteve conversando com o ministro Paulo Bernardo (PT).
PERGUNTAR não ofende: A política paranavaiense não parece um samba do crioulo doido? O que mais vem por aí?









Os períodos pré eleitorais são os melhores pra se conhecer a essência dos homens públicos, sobretudo dos que buscam se perpetuarem nas “delícias” dos estofos elevados do encosto da cadeira do poder. Eles não tem sequer a virtude da humildade pra renunciarem à tentação da reeleição. Adoram expor suas “forças”.
Enquanto isso a população mendiga a esses mesmos homens públicos um tratamento oncológico com dignidade. E eles, especialistas em cortinas-de-fumaças que são, todos sem prestígio junto a um governo federal que vive de efêmera “copa”, “olimpíada” e “rios+ou-nada”, usam-nas como escudos, e lançam soluções para dois ou três anos adiante. São cruéis com a vida humana, e descreem no Altíssimo. But all it passes, also I and they… it is what it comforts me.