Uma romaria de prefeitos rumo a Curitiba vai acontecer nesta segunda-feira, quando o novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, ex-deputado Fábio Camargo, vai tomar posse. É sempre assim quando um novo conselheiro toma posse. São estes conselheiros quem julgam as contas dos prefeitos. Ou seja, é político analisando conta de político.
Uma ação popular está questionando a eleição de Camargo, já que o Regimento Interno da Assembleia Legislativa diz que, para ser eleito, o candidato deve obter a metade e mais um dos votos dos deputados presentes. Havia 54 deputados presentes e Camargo obteve 27 votos, exatamente a metade. Mas a Procuradoria da Casa entende que como Camargo e o deputado Plauto Miró (também candidato) não votaram considera-se as abstenções como ausências e aí dá e metade mais um dos votos.








MEU AMIGO TATURANA.
não é político analisando político.
Ele vai analisar —taxa de $uce$$o— dos outros políticos.
Aí vem o acerto, de quanto será a taxa de $uce$$o para ser aprovado as contas.
No fim todas contas batem certo.
Os prefeitos que forem lá, beijar a mão, é que tem algo a temer.
Vamos ver se o nosso prefeito vai lá.
Um dos motivos de nosso prefeito não ir beijar a mão, pois seu aliado Teruo votou contra ele, sendo Teruo aliado do nosso prefeito.
Independente do vencedor, o processo de preenchimento do cargo é imoral e ilegal.
Inaceitável a ambivalência de que nem tudo que é imoral é ilegal.
Os tribunais de contas, todos, são instituições arcaicas e onerosas, que exercem suas atribuições de forma duvidosa. Invariavelmente, os seus julgamentos apresentam conclusões marcadas por ressalvas.
A sociedade há que cobrar da classe política (vixi!) uma reformatação desses órgãos sinecuriais, destituindo-os da pompa monárquica que os caracterizam – ridículo – por não dizer, hilário, o vetusto uso de togas, e ditar a composição dos seus quadros com técnicos e juristas dotados de saber na área da contabilidade pública, escolhidos mediante concurso público.