estimula investimentos
Na opinião de Murillo de Aragão, da Arko Advice, a eleição de Jair Bolsonaro “detonará uma onda de investimentos diretos”.
Ele publicou no Twitter:
“Semana pós eleitoral anúncios ultrapassam 2 bilhões de reais (Dunlop, Nívea, Leroy Merlin, Condor, Havan, etc). Fração da inundação de investimentos que vêm por aí.”}
“Com informações adicionais que recebi após meu post sobre investimentos no Brasil, o montante do que vai ser investido no Brasil já chega a 3 bi de reais.”










Além de ser uma bobagem, pois sabe-se que investimentos não são decididos em semanas. E falando em bobagens: a idiotice de se ajoelhar aos pés dos EUA na questão sionista não vai prejudicar o complexo de carne para exportação aos árabes no Paraná?
A crise e o esgotamento do regime da Nova República são produto da crise capitalista econômica, social e política e do fracasso do projeto sócio-liberal e de administração do capitalismo pelos sucessivos governos do PT e de seu envolvimento com um tremendo processo de corrupção.
A falsa narrativa do golpe e a campanha “Lula Livre”, voltadas para objetivos eleitorais e colocando obstáculos para a continuidade das lutas e da greve geral contra as reformas e contra Temer, possibilitou que o sentimento antissistema existente na base pudesse ser aproveitado por alternativas de direita como Bolsonaro.
Há uma ruptura da classe operária e dos setores populares com o PT. Na falta de uma alternativa de direção revolucionária de massas contra o PT, a direita pode surfar esse processo. Porém está muito longe de a classe ou os setores populares terem contraído matrimônio indissolúvel com Bolsonaro ou terem se tornado fascistas.
A classe operária e trabalhadora não está derrotada. Os principais embates ainda estão por vir e não serão eleitorais. Nesse sentido, um governo reacionário poderá estar se instalando preventivamente e talvez precipitadamente. Vai tentar derrotar de antemão as lutas, mas será um governo de crise.
A tendência é que se intensifique a luta de classes, e o palco principal dessa luta serão as fábricas, os locais de moradia e estudo e as ruas. A burguesia necessita realizar duros ataques aos trabalhadores e precisa de mais repressão. No entanto, para instalar uma ditadura militar, terá de derrotar a classe na ação.
É fundamental a frente única e a unidade para lutar no próximo período e, nelas, a luta pela construção de uma alternativa de direção revolucionária e não o caminho de uma frente eleitoral ampla com a burguesia com um programa capitalista visando 2022.
A classe operária e trabalhadora.. A burguesia…
A classe operária e trabalhadora.. A burguesia…
A classe operária e trabalhadora.. A burguesia…
A classe operária e trabalhadora.. A burguesia…
A classe operária e trabalhadora.. A burguesia…
A classe operária e trabalhadora.. A burguesia…
A classe operária e trabalhadora.. A burguesia…
A classe operária e trabalhadora.. A burguesia…
A classe operária e trabalhadora.. A burguesia…
A mesma ladainha de sempre, agora com mais parágrafos.
É só isso, sempre isso, do eterno candidato a tudo, sempre sem se eleger a nada.