SAMU: órgão já nascerá falido

Publicado em 27 de janeiro de 2013

Na reunião de eleição e posse da nova diretoria da Amunpar, neste 24 de janeiro, o prefeito de Itaúna do Sul, Pedro Castanhari, disse que a criação do consórcio do SAMU Macrorregional será um “desperdício de dinheiro público com mais um órgão que já nascerá falido”.
Para Pedro e outros prefeitos, o projeto não atenderá, ou atenderá de forma precária, as necessidades da maioria dos municípios em função das distâncias que o médico de plantão ficará dos municípios.
Os serviços serão implantados em quatro pontos estratégicos: Paranavaí, Campo Mourão, Cianorte e Umuarama, com um médico nas cidades bases. Na região de Itaúna do Sul a cidade sede será Nova Londrina.
Informações de Ademir Zilio – Secretário de Comunicação de Itaúna do Sul

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9 comentários sobre “SAMU: órgão já nascerá falido

  1. Prefeito Castanhari está de parabéns. Pela coragem de questionar e criticar e pela contratação de Ademir Zilio para a comunicação social de Itaúna

  2. A discussão sobre o SAMU que o Pref. Pedro levanta não é sobre custos. É sobre a organização, a distância entre o médico e as pessoas, os consórcios que nem sempre funcionam como no papel.

  3. Ele quer que de lucro?????????
    Por isso que a população sofre com fila e mau atendimento……Prefeito com essa mentalidade. Que atraso!

  4. Se, e digo se, o Prefeito de Nova Londrina instalar o Centro de Atenção, contratar o médico necessário e a equipe, talvez fosse uma solução. Infelizmente, não é o caso, ao que parece. Nova Londrina poderá até mesmo perder a SAMU que já tem por mau uso do bem. No início de sua 1ª gestão, o Prefeito de Nova Londrina propôs em reunião da AMUNPAR o fim das agentes de saúde. Alguém lembra? Acham que agora, quando não conseguem nem recolher o lixo em sua cidade vão conseguir administrar um consórcio?

  5. Indefensável fazer ronda para defender o prefeito de itauna. Mostrou seu ((des)preparo no que disse aos demais prefes.

  6. Não defendo o Pre. de Itaúna. Apenas coloco que o direito dele de questionar o consórcio não pode ser politizado. A questão é técnica e econômica…

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