Depois das recorrentes declarações polêmicas, o general Hamilton Mourão perdeu apoio entre os militares. Dentro da alta cúpula, avaliou-se ontem, até mesmo, pedir que ele renuncie à vaga de vice para evitar mais prejuízos à candidatura de Jair Bolsonaro. O movimento só foi abortado no início da noite porque a jogada foi considerada arriscada. A legislação prevê que a troca só pode ser feita até 20 dias antes do pleito, prazo já ultrapassado. Embora haja pelo menos um precedente favorável, o risco de o TSE derrubar a chapa toda seria alto demais.
Dois ex-ministros do TSE disseram à Coluna que a chapa pode ser inviabilizada com a renúncia do vice, mas que no caso de Bolsonaro a Corte poderia considerar que a situação envolve o líder nas pesquisas e adotar novo entendimento. As informações são da Coluna do Estadão.
“Eles passaram o dia discutindo a necessidade de Mourão afastar-se da campanha, já que, no entendimento deles, o vice está atrapalhando”, noticiou O Globo








Que ‘alta’ cúpula? Só se for dentro do PSL, pois dentro das Forças Armadas não é… E ao mesmo tempo coloca em suspeição o TSE que poderia ‘favorecê-lo’ por ser líder de pesquisa? É do Brasil que estamos tratando ou de uma republiqueta de bananas qualquer?
Se um […] presidiário pode dar entrevista coletiva, no único intuito de ajudar o […] candidato dele, por que não pode trocar o vice do candidato que tá na frente nas pesquisas? Já que tá mesmo virando uma republiqueta das bananas, um cacho a mais não vai fazer diferença!