Galvão não queria ficar com o desgaste

Publicado em 29 de maio de 2018

A não inclusão do projeto de decreto legislativo, que aprova as contas do ex-prefeito Maurício Yamakawa, relativas a 2008, na ordem do dia da sessão de ontem tem uma nova explicação. O presidente José Galvão (PR) seria um dos que querem a aprovação. Mas para atingir os sete votos necessários ele teria que votar também, já que o vereador Leônidas Fávero (PPS) não compareceu a sessão. Sabendo antecipado que Fávero não iria comparecer, Galvão preferiu não colocar o projeto em votação para não ficar com o desgaste da aprovação. O Tribunal de Contas deu parecer pela rejeição das contas.

Alda - 391x69

2 comentários sobre “Galvão não queria ficar com o desgaste

  1. Vergonha… Vergonha… Vergonha… Vergonha… Vergonha…

    PQP…
    O salário do presidente da câmara municipal é de R$ 7.114,90.
    R$ 7.114,90 para fazer homenagens, moções, nome de rua, etc. Quando surge algo diferente, uma atribuição verdadeiramente relevante, uma importância quase extinta nessa casa do povo, o nobre edil opta por se abster, ficar em cima do muro, isentar-se de responsabilidade para não queimar o filme. Com quem? Deveria preocupar-se mesmo é com o eleitor, com o dinheiro público, com essa imagem negativa que os políticos transmitem, em ser coerente com a justiça e com seus propósitos não somente em época de eleição.

    Independentemente da posição favorável ou contrária ao TCE, enfiar a cabeça na terra como avestruz é humilhante.

    Obs: Vereadores contrários a posição do TCE favor reservar sua pá de cal.

  2. Desgaste? Mais desgastado do que esse cidadão não existe. e o dinheiro, ele é o Miltão já pagaram??? Um passarinho me contou que andaram bloqueando dinheiro em banco desses aí. kkkkk

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