A não inclusão do Projeto de Decreto Legislativo que aprova as contas do ex-prefeito Maurício Yamakawa (PP), referente ao ano de 2008, que tem parecer contrário do Tribunal de Contas, e deveria ser tratada pela Câmara de Paranavaí pelo lado da moralidade virou uma questão política e matemática. É que os favoráveis a aprovação (a maioria) precisam de sete votos (2/3). Considerando que, em tese, o presidente não vota, atualmente a bancada pró Yamakawa, tem apertados sete votos. Ausência de um vereador já seria suficiente para rejeitar as contas. Pelo andar da carruagem, o projeto só entrará em pauta quando estiverem assegurados os votos necessários para sua aprovação. Pelo menos, é o que parece.









Que interesses haveriam por trás de tudo isso?
Neste caso o que existe é um tremendo deboche para com a opinião pública. É uma traição para com o voto de confiança recebido. É uma desonra para estes vereadores que não devem respeitar a opinião da própria família. O Ministério Público vai receber uma denúncia a respeito.
Vamos extinguir o Tribunal de Contas. Só serve para manter cargos e salários. Custa uma fortuna aos cofres públicos e não tem força de lei. Qualquer câmara (zinha) de interior, com vereadores descomprometidos com os interesses comunitários pode modificar e anular suas sentenças.