Câmara autoriza cessão de usina de asfalto

Publicado em 17 de dezembro de 2017

Na sessão extraordinária de sexta-feira, a Câmara Municipal de Paranavaí aprovou, por maioria, o projeto de lei que “autoriza a participação, com reservas, do município no Consórcio Intermunicipal de Inovação e Desenvolvimento do Estado do Paraná (Cindepar)”. Basicamente, os vereadores autorizaram a Prefeitura de Paranavaí ceder a usina de asfalto para o Consórcio. Na justificativa, o Executivo alegou não dispor de técnico para operar a usina. Votaram contra os vereadores Lucas Barone (PMDB) e Carlos Alberto João (PT), o Professor Carlos.
Segundo o vereador Barone, a iniciativa é um crime contra o patrimônio do município. “Tentaram minimizar a entrega com uma emenda de que a cessão do equipamento seria apenas por um ano. Mas quem acredita que em um ano não vão acabar com a usina?”, diz o vereador.
O Cindepar é o Consórcio Público Intermunicipal de Inovação e Desenvolvimento do Estado do Paraná criado em 2013 para atender à demanda de pavimentação asfáltica nos municípios da região norte-central paranaense. Um dos principais idealizadores do Consórcio é o deputado federal Alex Canziani, presidente estadual do PTB. O município aderiu ao Consórcio pelas mãos do deputado Tião Medeiros, também do PTB.

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4 comentários sobre “Câmara autoriza cessão de usina de asfalto

  1. Lucas Barone tá certo mesmo! Tem de ficar esperto com essas coisas legalizadas a toque de caixa, mesmo que por um ano apenas, e logo em ano eleitoral. Tião não precisava disso a mais pra se reeleger, tenho certeza.
    Mas uma coisa não entendi nessa história: se para enviar o projeto de lei do empréstimo ou cessão da Usina de Asfalto “o Executivo alegou não dispor de técnico para operar a usina.”, e todos sabemos que ela já foi muito utilizada na administração do Rogério, e agora vem sendo usada também pela atual administração na aplicação do micropavimento de trecho da Av. Tancredo Neves, ‘Uma das bandeiras da campanha do prefeito” – como publicou o Praxedes mês passado -, então como que estava sendo usada até agora? Sem operador-técnico algum? Ou era por controle remoto direto da sede da fabricante, a Romanelli, de Cambé, via satélite, ou por algum meio mais moderno ainda, teleguiada? Oras… Sei não mas essa justificativa pra emprestar a usina tá meio manca, e pelo jeito a maioria dos senhores edis embarcou ‘bonito’ no embalo, ou foi só um amém? Barone e Prof. Carlos têm de se insurgir mesmo contra isso e não acompanharem a votação de joelho. Parabéns aos dois.

  2. Quanta bobeira, por favor senhor Blogueiro, coloque a informação completa, faça um Ctrl+C e um Ctrl+V da lei por completo, não apenas os trechos que são sensacionalista! O Lucas só foi contra por que é filhote do Rogério que comprou essa m… de máquina… e o Prof. Ptralha é contra tudo mesmo!!!!!

  3. e o concurso para operador da maquina, teve esse profissional não foi chamado???????????????? quem estava operando essa maquina que foi comprado com o nosso dinheiro????

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