Profissionais reclamam do desdém

Publicado em 21 de julho de 2017

Durante a entrevista coletiva hoje de manhã do ex-prefeito Rogério Lorenzetti (sem partido), profissionais de imprensa reclamaram de o setor ter sido marginalizado pela atual administração municipal. “O problema não é só ter parado de investir. Não é dinheiro. É que estamos sendo desvalorizados, estamos sendo tratado com desdém”, disse um profissional aos seus companheiros. “E o prefeito acha que a imprensa não gosta dele, acha que tem que pagar para dar entrevista e não é assim”, reclamou outro.

Alda - 391x69

7 comentários sobre “Profissionais reclamam do desdém

    • Você é no minimo mal informado.
      Eu estava na entrevista e ouvi de um outro jornalista que, além das verbas que os veículos de comunicação recebiam, muito importante no orçamento para cobrir despesas, inclusive relacionadas a empregos, os profissionais sentiram-se ofendidos, desrespeitados. Decidir cortar os veículos tradicionais de comunicação foi o mesmo que dizer: não preciso de vocês.
      Um outro completou: “Por tudo isso, o prefeito pode ter certeza que se um dia ocorrer uma falha em sua gestão não poderá contar conosco, afinal, não precisa da gente”.,

  1. Esse prefeito não é político, e além de tudo não tem experiência. Vai aprender….kkkkk. Se tiver vontade.

  2. Bom…
    Esse assunto de imprensa sempre provocou tumulto nas administrações passadas. É aquela velha história de “se não me der eu vou falar mal”.
    Se esse prefeito conseguir passar por cima desses que se dizem jornalistas, sem a necessidade de liberar dinheiro, vou dar os parabéns.
    É sabido por todos que a imprensa desse país geralmente é tendenciosa e que facilmente manipula ou omite informações conforme a conveniência.
    Sem mencionar que essas rádios são uma vergonha. Tem radialista que mal consegue pronunciar corretamente as palavras. O plural das palavras não existe. Outro radialista foi derrotado na política mesmo com um programa sensacionalista (e de pura hipocrisia) e que após muita pressão e encheção de saco foi acolhido pelo deputado, o que demonstra que essa política é (…).
    Vale lembrar também que os nomes dos envolvidos no escândalo da rádio paranavaí ainda está omisso. Então pergunto onde está o jornalismo sério e construtivo?
    Vamos parar de palhaçada.
    Se tá ruim, larga a teta e vai procurar o que fazer.

  3. Mas bah! Este anônimo é um tremendo puxa-saco. Se não fosse assim e realmente fosse este homem corajoso que arrota tanta besteira ele divulgaria seu nome. Garanto que deve ter alguma teta na administração, ou simplesmente é um cara mal amado.
    Aparece aí covardão.

    • Covardão!!! hehehehe

      A teta tá secando Salomé? Percebe-se pelo seu desespero.

      E já que você se considera muito amado, então não deveria se preocupar com dinheiro da prefeitura, não é mesmo?
      Você é do tipo que sempre correrá atrás de uma vaquinha pra te amamentar. Não foi assim desde o seu nascimento?

  4. Essa situação só vai mudar no dia em que o delegado se assumir na essência como um prefeito-delegado na prefeitura. A nosso ver até agora tem sido um delegado-prefeito. O episódio da prisão dos vândalos da escolinha municipal pelo delegado-prefeito não nos deixa mentir: http://taturana.blog.br/?p=28883.

    Naquele caso o só bom senso político não aprovava a iniciativa, mesmo ao discurso de “mexeu com a escola mexeu comigo”, e o bom senso do cidadão comum ou de quem já fez ou não um curso de Direito já dizia que a competência legal para prender infratores era (e é!) dos membros da efetivos da ativa da polícia judiciária. Delegado licenciado exercendo mandato político ESTÁ PREFEITO por quatro anos, e por isso legalmente nem é delegado nem é polícia judiciária, não pode prender ninguém, e pela responsabilidade ante a importância do cargo que ocupa, sequer poderia acompanhar diligências policiais. Neste ponto se pergunta: e se algo saísse errado? A administração da cidade não padeceria com isso? Vale pensar melhor na próxima oportunidade.

    Mas enfim percebemos que isso são coisas muito comuns do poder, que normalmente embriaga muita gente novata na política quando por ela assume cargo de real importância. Entretanto, não se pode esquecer que experiência e habilidade não se compram nem se impõem; se adquirem, em geral depois das dores dos tombos que a falta de prática costuma dar causa. Muitas vezes não dá mais tempo para aprender a música porque o baile já se acabou. A história é farta de exemplos.

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