O prefeito KIQ (PSDB) esteve ontem em Curitiba e um de seus compromissos foi com o secretário estadual de Segurança Pública, Wagner Mesquita, a quem apresentou algumas reivindicações, entre as quais a instalação de uma unidade do Denarc (Divisão Estadual de Narcóticos) em Paranavaí. Na reunião com Mesquita participaram o deputado Tião Medeiros (PTB) e o juiz da 1ª Vara Criminal de Paranavaí e diretor do Forum, Rodrigo Domingos de Masi, para tratar de alternativas de recuperação e reintegração social de condenados.
“A reunião foi boa e nos deu uma garantia para que tudo seja resolvido da melhor maneira possível. O secretário convocou uma reunião com a equipe da Polícia Civil para discutir a instalação do Denarc. Já quanto à delegacia, ainda essa semana teremos retorno da secretaria para saber qual o tipo de delegacia podemos construir em Paranavaí (porte 1, 2 ou 3). Assim que tivermos essa informação, vamos fazer a doação do terreno. Segundo a equipe da secretaria, a obra deve entrar no orçamento de 2018”, afirmou KIQ.
Outro assunto discutido foi a necessidade de uma sede da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC) na Comarca de Paranavaí. Na mesma reunião com o secretário de segurança, o prefeito KIQ também esteve com o Juiz da 1ª Vara Criminal de Paranavaí, Rodrigo de Masi, que explicou a importância de uma associação que trabalhe com recuperação e reintegração social de condenados a penas privativas de liberdade em toda a região.









Ressocialização e inclusão Social do Apenado:
“A falta da ressocialização leva a maioria das pessoas que cumprem suas penas e são soltos, a cometer outro delito em curto espaço de tempo. Torna-se sucessivas as entradas e saídas das cadeias.
A falta de moradia digna; a ausência de uma profissão lícita que ajude a suprir as necessidades básicas e a falta do amparo da família, estão entre as principais causas da reincidência criminal.
Infelizmente, independente do tempo que passam na penitenciaria, pagando pelo delito cometido, quando soltos, se deparam com as mesmas dificuldades que o fizeram entrar no sistema. Para não reincidirem, urge oferecer programas ressocializadores.”
Devemos sim pensar e agir como e que suporte a sociedade oferecerá quando os egressos do sistema penal estiverem aptos a voltar ao seio social, comunitário e familiar. Se esta não é a solução para esvaziar as cadeias, é sim uma das formulas de miscigenar o dito bom com o dantes ruim. E pior;
acaso a sociedade não consiga faze-lo,certamente poderá contar com cidadãos escolados, graduados e pós graduados, saídos das escolas mais eficientes em delinquir. “A INDIFERENÇA SOCIAL”.
Sergio José – Old Rubens.