Márcio Faria, da Odebrecht, disse à PGR, em delação premiada “que operacionalizou o repasse de “recursos” ao PMDB a pedido de Michel Temer e Eduardo Cunha”.
Segundo a Revista Veja, publica ontem a noite, “Em 2010, Michel Temer recebeu, em seu escritório político em São Paulo, Márcio Faria da Silva para uma conversa, da qual também participaram Eduardo Cunha e o lobista João Augusto Henriques, coletor de propinas para o PMDB dentro da Petrobras.”
O Palácio do Planalto confirmou o encontro, mas nega que Temer tenha tratado de questões financeiras.
A Folha de S. Paulo de hoje publicou a mesma história.
Pois é!










De quem a gente deveria esperar diferenças referentes ao governo anterior, Temer decepciona: Faz uso adoidado do Cartão Corporativo, aquele, do qual pouco se presta conta.
É o ânus da tapir, como escreveria o cruzadista. Ou, o cú da anta, como diria eu, desrespeitando os recatados dois leitores que me acompanham no Taturana.