Sergio Moro: “criminoso” e “gatuno”

Publicado em 11 de dezembro de 2016

Num calunioso abaixo-assinado enviado ao professor Markus Pohlmann, da Universidade de Heidelberg, Eugênio Aragão, ministro de Dilma Rousseff, chamou Sergio Moro de “criminoso” e “gatuno”.
Reinaldo Azevedo, da Veja, trouxe o “caso” ao conhecimento público:
“Na condição de ex-ministro da Justiça da Presidenta Dilma Vana Rousseff, desejo acrescentar um aspecto importante, que aparentemente não foi devidamente compreendido. Aqui não estamos falando de política. Se nossa crítica se relacionasse a nossas eventuais convicções políticas, entenderia bem que a academia não devesse lhe dar maior atenção. Mas nós estamos falando de ética da ciência. O Sr. Moro é um criminoso, também sob a perspectiva alemã. Ele se tornou punível quando violou sigilo funcional, para não falar em prevaricação. Não consigo imaginar que o Sr. convidasse como conferencista um gatuno, para que expusesse a seu honrado público, friamente, sob a perspectiva científica, seu procedimento de gatunagem. É disso que se trata. Peço-lhe sua compreensão, mas, numa época em que no nosso país a norma jurídica não vale nada, precisamos que nações culturais como a Alemanha não contribuam para premiar e honrar um causador dessa zorra, ao invés de repudiá-lo. Com saudações amistosas, Dr. iur. Eugenio de Aragao, LL.M. Subprocurador-Geral da República, Professor de Direito Internacional Público na Universidade de Brasília e ex-ministro da Justiça”.

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Um comentário sobre “Sergio Moro: “criminoso” e “gatuno”

  1. Como se diz: É o poste mijando no cachorro.

    Vivemos realmente em época de inversão de valores.

    Quanto às discussões entre o juiz Sérgio Moro e advogados de testemunhas de lula na Lava Jato, tratam-se de cegas obediências ao O Chefe, que manda irritar o magistrado para alegarem o seu impedimento.

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