Sem traumas

Publicado em 11 de outubro de 2012

Fontes ligadas ao PMDB garantem que a Convenção Municipal do partido, no próximo dia 25, deverá ser tranquila. O presidente Lauro Machado estaria disposto a deixar o cargo e as quatro alas do PMDB local, lideradas pelo próprio Lauro, pelo ex-deputado Eduardo Baggio, pelo deputado Teruo Kato e pelo prefeito Rogério Lorenzetti, caminham para o entendimento.

Alda - 391x69

4 comentários sobre “Sem traumas

  1. Caro Taturana:
    Voce poderia me tirar uma dúvida?
    Caso a Zenaide do NIS e o Pó Royal: eles trabalham para ajudar o povo. Como eles conseguem essas vagas? É por concurso ou indicação?
    Se eles já ganham para isso como eles pode ter 2 empregos público, pois ai é facíl você ajudar com o serviço do município e levar a fama.
    Aí é igual o caso: você sustenta a mulhere quem fica com ela é o Ricardão.

    NOTA DO BLOG – No caso da Zenaide ela é funcionária concursada da Prefeitura e na atual gestão foi nomeada para um cargo de confiança, a de Ouvidora da Saúde. Já o Pó Royal é funcionário da Santa Casa e seu contrato de trabalho é pelo regime de CLT. A lergislação não permite o acúmulo de dois empregos públicos. Mas o cargo de vereador (assim como de deputado estadual e federal e senador) não são considerados empregos públicos. No caso de Pó Royal, o emprego na Santa Casa não é público, apesar do hospital receber verba pública.

    • Nada que um bom blog para explicar as duvidas para gente, mesmo eu ainda achando que os 2 cargos são públicos, pois recebem dinheiro público.
      Mas Brasil é Brasil. Obrigado Taturana.

  2. São do mesmo balaio, enganando o povo e o povo acreditando, tirando a vaga de um e dando a vaga para outro e assim ganhando a confiança e o voto. Isto é uma vergonha! Tira o Pó Royal da Santa Casa e veja a proxima eleição quantos votos vai ter….

  3. Aqui em Paranavaí é desse jeito. No dia em que o cidadão num ato de desespero subiu na torre da Telepar, o povo ficou gritando “se joga”, enquanto no resto do mundo as pessoas gritariam para não se jogar. Quando o bombeiro o convenceu a descer, foi “vaiado”. Na politica é a mesma coisa, quem faz o bem é criticado e quem não faz nada é elogiado. Como sempre Paranavaí na contramão do resto do mundo.

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