Rubens Felippe: incoerência

Publicado em 18 de setembro de 2012

Na sua coluna na edição de domingo do Diário do Noroeste, o jornalista Saul Bogoni considerou o fato de Rubens Felippe (PSDB) ser candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada por Rogério Lorenzetti (PMDB) uma incoerência, já que o mesmo foi vice-prefeito de Maurício Yamakawa.
Em carta endereçada ao colunista e publicada na edição de hoje do Diário do Noroeste, Felippe refuta que houve incoerência na sua decisão e faz um comparativo: lembra que o colunista foi chefe do Núcleo Regional de Educação no Governo Jaime Lerner e ocupou o mesmo cargo no Governo Requião. “Incoerência? Não acredito. Prefiro acreditar que em cada um desses momentos, você fez a melhor opção para Paranavaí e região”.

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13 comentários sobre “Rubens Felippe: incoerência

  1. Esse senhor tá se achando,e agora quer ser de novo Chefe do Núcleo de Educaçao pois acha que só ele pode…poder até pode…ter capacidade prá ser até tem…mas, convenhamos não seria incoerencia de sua parte ser chefe de um núcleo em 3 governos diferentes? (…)!!! quem gosta desse tipo de coisa e adora ver o circo pegar fogoé um deputado da região
    que tem o mando político na mão e prá isso esse senhor tem que se filiar ao seu partido, que é o mesmo a quem ele chama de incoerente…Chega dos mesmos…(ainda tem gente que tem (…) na mao e fica achando que tá com tudo…já foi o tempo…isso lá pelos anos de 50,60,70…)

  2. E aí? o MY foi pro partido do Governador e na hora “h” saiu e foi apoiar o PT, adversário do Governador! “ISSO É COERÊNCIA”!!!

  3. AS CRÍTICAS à gestão anterior de Maurício Yamakawa têm sido frequentes nos programas de Lorenzetti no rádio e televisão. Só que o mesmo vice de Yamakawa é o candidato a vice de Lorenzetti. Então, como justificar isso para o eleitor? O prefeito critica a gestão anterior, mas exime o vice? Que balaio de gatos é esse?
    copiado do blog do plaxedes.

    NOTA DO BLOG – Na semana anterior, o colunista Saul Bogoni já havia feito estas observações, que foram trasnscritas aqui, razão pela qual não fizemos a (re) publicação.

  4. Gente, fala sério. Todo mundo sabe que quem governa é o prefeito. O vice pode até ser um bom conselheiro e, se necessário, assumir o cargo. Pra isso existe. O que precisa é parar de tentar sustentar campanha jogando barro no ventilador do outro. Para com isso meu povo. Isso é uma vergonha para os próprios candidatos!

  5. Minha gente, tá na cara que o Saul tá atirando contra o PSDB porque vai dar o cargo de chefe do NRE para o Prf. Alziro. Fica pensando que só ele tem capacidade, mas não vê que todos os que passaram por lá foram melhores. Querer ser chefe do NRE de novo, isso sim é uma incoerência. Parabéns ao Rubens pela escolha de ver Paranavaí crescendo cada vez mais.

  6. Luto para não me tornar uma cidadã desacreditada em política.
    No entanto,são muitas as decepções . Ora vejo um candidato ter sua honra e sua vida particular jogada na lama e exposta aos quatro ventos, ora vejo o mesmo apoiar e defender com unhas e dentes àquele que o humilhou tão friamente.
    Ou será que na política não se age com a emoção e somente com a “pura” razão???

  7. O Sr. Saul, se mantem, mais uma vez, em cima do muro, ora pende de um lado e ora pende de outro. É o jeitão Saul de fazer política. Quando fora chefe do NRE durante a campanha do Osmar, foi a mesma coisa, raramente se manifestava publicamente. Respeito muito esse cidadão, mas a sua coluna as vezes cansa, falta crítica, falta texto, falta algo de novo, (…).

  8. Caro Praxedes. Acredite ou não, sou admirador do seu trabalho, mas, neste comentário sobre o Rubens Felippe você furou. Mano, vice é vice, ou seja, uma figura quase que decorativa do ponto de vista administrativo, a não ser, no caso da ausência, por qualquer motivo do titular, ou seja, o estepe. Como você sabe, do alto de sua experiência, alguns vices até conseguem exercer alguma influência nos governos, mas, via de regra, as tentativas de ingerência, são rechaçadas. O que precisamos, se bem que é utopia, é que estes nossos candidatos passem a trabalhar o que realmente interessa e parar de tentar sustentar-se em coisas que muitas vezes nem têm sustentação própria

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