Matéria da Folha de São Paulo publicada ontem destaca o papel de Fernanda Richa na campanha eleitoral de seu marido, Beto Richa (PSDB), que busca a reeleição para o Governo do Estado. Na análise do jornal, Fernanda é o contraponto do marido, que é mais reservado e menos espontâneo, enquanto ela é mais articulada e popular.
“Rica e poderosa”, Fernanda é filha de banqueiros e estudou no exterior. Mas desde pequena visita comunidades carentes, gesto que aprendeu com a família.
Fernanda hoje é tida como uma das concorrentes à Prefeitura de Curitiba, hipótese que ela não descarta. Veja a matéria.










Enquanto isso, a ex-primeira dama de três mandatos não conhece o verdureiro da mercearia do Champagnat e não cola um adesivo da campanha do marido.
Está se preparando, caso o marido se eleja, para reassumir a direção do Museu Oscar Niemeyer e assim, voltar a circular pelo eixo Londres-Paris-Roma com direito a tours por Madri, Lisboa, Tóquio, etéque, para trazer acervos artísticos para aquele espaço.
Carta de Puebla – Opção pelos pobres é para o marido, senador chegado em viagens internacionais por conta dum ParlaSul, dólares, em cavalgadas e passeios de quadriciclos pela Granja do Canguiri e em vinho de milão a garrafa, afinal, ninguém é de ferro….