Câmara deve aprovar conta rejeitada pelo TC

Publicado em 15 de maio de 2018

As contas do município de Paranavaí, referentes a 2008, último ano da gestão do prefeito Maurício Yamakawa (PP), que foram rejeitadas pelo Tribunal de Contas, devem ser aprovadas pela Câmara. O primeiro passo já foi dado: o parecer da Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara, por dois votos a um, rejeitou o parecer prévio do TC deu parecer pela aprovação das contas. Votaram contra o parecer do TC a vereadora Zenaide Borges (PSDB) e Luiz Aparecido da Silva (PSB), o Mancha. E com o TC, o vereador Lucas Barone (MDB). O parecer agora vai a votação no plenário e a previsão é de que as contas de Yamakawa sejam aprovadas com sete votos favoráveis, contrariando o parecer do Tribunal de Contas.

Alda

5 comentários sobre “Câmara deve aprovar conta rejeitada pelo TC

  1. Parece piada!!!

    Quando um Tribunal de Contas consegue, a muito custo, justificar sua onerosa existência que é averiguar possíveis irregularidades na máquina pública, cujo período do processo costuma ultrapassar uma dezena de anos e custar milhões aos cofres públicos, ele então decide optar pela transparência e seriedade, analisa, identifica irregularidades e reprova as contas de um prefeito.
    Mas após tantos anos, tempo e dinheiro, uma câmarazinha municipal composta por indivíduos advogado, da ambulância, professor, servidor público, empresário, enfim, das mais variadas profissões (menos auditor de contas públicas), tem o poder de decidir se aprova ou não as contas. Que absurdo!!!

    Oras… Vamos extinguir os tribunais de contas do país. De que vale tanto esforço para que a decisão volte a ficar nas mãos dos políticos. Não tem lógica!!! É burrice!!!

  2. Caros vereadores Luiz Aparecido e Zenaide. Assim vocês mancham a imagem do Legislativo.
    Assim vocês não representam o povo apenas os seus próprios interesses.
    Vocês não me representam e deveriam envergonhar-se
    Parabéns Vereador Lucas

  3. Simplesmente, cabide de emprego! Mesmo procedimento praticado nos municípios que também não fogem a regra.

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